Eloy Tonon publica artigo na Revista História da Biblioteca Nacional

            O historiador da Fafiuv, Eloy Tonon, receb os cumprimentos dos amigos pela recente publicação do artigo “Virgens, videntes, guerreiras” na Revista História da Biblioteca Nacional. O pesquisador falou que no campo de batalha ou curando doentes, as mulheres do Contestado tinham o curioso dom de se comunicar com o além. Disse que mesmo vivendo sob acentuado domínio patriarcal, muitas mulheres desempenharam papéis importantes no movimento do Contestado.

            O texto diz que “A começar pelas “virgens”. O monge José Maria se fazia acompanhar de um séquito delas para auxiliá-lo nas rezas, nas pregações e no preparo de chás homeopáticos. As “virgens” eram escolhidas por ele e pelas lideranças dos Redutos – ou Cidades Santas – entre aquelas que manifestavam piedade e pureza de alma. Não precisavam ser virgens no sentido biológico, pois havia entre elas mulheres casadas. Mas as que mais se destacaram eram adolescentes. A proximidade com o monge lhes dava respeitabilidade e poder junto à comunidade. Na ausência do líder religioso, assumiam o papel de videntes. Outras mulheres tornaram-se líderes no interior dos Redutos e até mesmo nos campos de batalha. Querubina de França, amiga e seguidora de José Maria, era uma das autoridades na Irmandade de Taquaruçu”.
 
Mais cumprimentos
            Os cumprimentos não param por aí. O professor Eloy também publicou artigo na Revista O Globo com o título “A Guerra Esquecida”, onde no Centenário do Contestado, historiadores debatem legado do conflito que matou mais de 15 mil no Sul.

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