Massacre no Rio de Janeiro reabre a discussão sobre a segurança nas instituições de Ensino



              Na manhã de quinta-feira, 7, um homem matou 12 crianças a tiros após invadir uma sala de aula da Escola Municipal Tasso da Silveira, no Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro e deixou outras 12 feridas. Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, era ex-aluno da escola e se suicidou logo após o atentado. Testemunhas relataram que o homem portava mais de uma arma. Wellington entrou na instituição disfarçado de palestrante, e as razões para o ataque ainda não são conhecidas.

 

UEPR/FAFIUV

            Para o diretor da UEPR/FAFIUV, Bel. Valderlei Garcia Sanchez, são necessárias medidas efetivas para dificultar a entrada de pessoas estranhas na Instituição. A faculdade, por ser pública, encontra maior dificuldade em angariar verbas para investir na segurança. Hoje,  a faculdade dispõe de câmeras de monitoramento no corredor principal que, segundo Valderlei, não dão a sensação de total segurança. “O ideal seria a colocação de uma catraca no portão principal e cartões magnéticos com identificação para cada aluno”.

 

 

 

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