Afati discute o papel da Mulher Ferroviária nas Gêmeas do Iguaçu

O assunto foi conduzido pela vice-diretora e historiadora da Fafiuv, Ms. Leni Trentim Gaspari. A história foi contata por meio das páginas do livro No Tempo dos Trens nas “Gêmeas do Iguaçu”: uma viagem ao passado

            A Associação da Faculdade da Terceira Idade (Afati) da Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras (Fafiuv – Campus Unespar), contou com uma quarta-feira diferente. A coordenadora da Afati, professora Lili Matzembacher convidou a vice-diretora e historiadora da Instituição, Ms. Leni Trentim Gaspari, para que, durante o encontro semanal do grupo, explanasse sobre o papel da Mulher Ferroviária nas Gêmeas do Iguaçu. O convite foi aceito com muita honra. A conversa, em tom informal, aconteceu na quarta-feira, 14 de março.
            A historiadora para falar sobre o tema utilizou-se da sua obra lançada recentemente intitulada No tempo dos trens nas “Gêmeas do Iguaçu”: uma viagem ao passado. Dividida em quatro capítulos distribuídos em 196 páginas, a autora inicia falando sobre as Ferrovias no Brasil, chegando ao Paraná e depois focando o trabalho sobre a passagem nos trens em Porto União e União da Vitória (cidades conhecidas como Gêmeas do Iguaçu). “As nossas cidades constituem um riquíssimo patrimônio histórico e cultural, que merece ser preservado. Desta forma, a obra reflete as ações da ferrovia, trens, Estação Ferroviária, dos ferroviários locais, ou seja, dos homens e das mulheres no seu cotidiano”.
            A professora Leni afirmou que a experiência de pesquisar e refletir sobre o “tempo dos trens” nas Gêmeas do Iguaçu foi gratificante, pois a autora deparou-se durante cada estudo, a cada nova fonte analisada, com histórias de vida enriquecidas por trajetórias vivenciadas no mundo da ferrovia e no orgulho que trazem em si de “ser ferroviário”. Segundo a historiadora, o tempo do trem passou e deixou saudades em todas as pessoas que vivenciaram a passagem deles nas Gêmeas do Iguaçu e, ainda hoje, se emocionam pelas lembranças, pela visão dos trilhos, da Maria-Fumaça, e pelo declínio das ferrovias no Brasil.
            As integrantes da Afati parabenizaram a historiadora pela obra e pela disposição em explanar os fatos que suscitaram recordações daquela época.
 

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